sábado, 27 de setembro de 2014

Sharpe em Trafalgar

     Oi pessoal, tudo tranquilo??!

     Sou fã do Bernard Cornwell; acho que já até falei isso aqui. E hoje comento mais um livro dele: Sharpe em Trafalgar, da série As Aventuras de Sharpe.    


     Richard Sharpe é recém ordenado a se juntar ao corpo de fuzileiros e parte para a Inglaterra.

     Primeiro, o herói viaja numa embarcação mercante da Companhia das Índias – o Calliope. Depois, troca para um vaso de guerra, o Pucelle, comandado por Chase, um militar muito bem quisto pela tripulação e que conhecera Sharpe ainda em terra. O comandante é obcecado pela captura de um navio francês e se põe à sua caça, desobedecendo ordens superiores.

     Na viagem, Dick é sacaneado e passa a almejar vingança. Mas, também, seria injusto dizer que ele não sacaneia ninguém, afinal, de santo ele não tem nada.

     Há o romance habitual de nosso herói e o livro termina com a batalha naval em Trafalgar.

     Na minha opinião, é o livro que tem a história mais fraca da série até aqui e o ponto alto, para 
mim, é a cena de Sharpe e Brathwaite no porão do navio. Mas, se a história é fraca, a descrição dos navios é ótima – pelo menos para mim, que não entende do assunto.

     Vale a leitura para a sequência da série. Nota 6.

     Era isso! Até a próxima!

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Segundo episódio da "Hora Aleatória"

Oi pessoal, como estão? Escrevi um pequeno texto para nos lembrar de algo importante. Espero que gostem e que me perdoem pelo tom lamentoso - é que alguns acontecimentos por aqui levaram a isso.


       A vida é frágil.
       O ser humano é tão fraco que deveria vir ao mundo envolto em uma caixa marcada com um copo quebrado.
       Não importa o tamanho, o peso, a densidade muscular, o primor dos reflexos, a solidez da saúde; a coisinha mais besta e insignificante pode nos machucar bastante, senão ser fatal.
       Aquele degrau que a gente não viu, o gole a mais, a puxada levemente mal angulada, o remedinho esquecido, a acelerada para evitar o atraso, a olhadinha no celular e a não olhadinha para os dois lados, a placa negligenciada, a carteira não entregue, o achar que somos mais do que somos.
       E este último é o pior. Porque é quando esquecemos que somos frágeis, qual papel na chuva.
       É quando achamos que podemos evitar aquele assalto ou erguer um peso excessivo. É quando bebemos e pensamos que dirigimos melhor assim. É quando temos convicção de que aquela gripezinha é inofensiva e mais um banho de chuva “não vai dar nada”. É quando nos cortamos em metal vermelho e só damos uma lavadinha. É quando saímos daqui e migramos para Krypton, na pior ideia de todos os tempos.
       Não deixe de viver. E viva intensamente. Mas se cuide. Só isso.
       Grande abraço a todos.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Leitores Digitais



       Oi, gente! Quero saber se algum leitor do blog gosta de ler e-books e qual a plataforma que utiliza para lê-los? 

     Hoje eu venho apresentar alguns leitores digitais e formas de leitura diferentes. Vou apresentar alguns programas legais também para celulares, principalmente os que eu utilizo para ler. 

1º Os aparelhos: 

nookkindlekoboIpad e mini, celulares. 

      O primeiro aparelho eu possuo, O Nook First Edition, eu gosto muito dele. Foi o primeiro e-reader lançado pela livraria Barnes & Noble. Que não tem investido muito na área. Comprei usado no mercado livre na cara e na coragem, e deu super certo. Eu posso adicionar notas em qualquer página dos livros, destacar trechos, posso acessar a Internet, jogar xadrez e sudoku. Posso escutar músicas tanto por meio de fones, como pelos alto-falantes posicionados na parte inferior do aparelho. 

                                 

                              

        A tela assim como do kindle e do kobo é e-ink, parecido com uma folha, o que não cansa a visão na hora de ler. Possuem ajustes de fonte. Tudo isso para tornar a experiência de ler mais agradável e econômica. Que em minha opinião é a melhor tela que existe para leitura atualmente. 

       Já entre o Ipad e o Ipad mini, eu considero o primeiro muito pesado e depois de um tempo a leitura se torna cansativa. O mini é compacto, leve como os leitores, apesar de ser um tablet. A última versão dele é de tela “retina”, que me pareceu ótima para leitura. Um adicional é o controle de brilho além das funções mencionadas anteriormente.   

                          

      Sobre o kindle, o seu novo dispositivo "paperwhite" de certa forma me chamou a atenção por ser possível adicionar notas e destaques mesmo naqueles arquivos em "pdf". Tarefa que não é possível para outros e-readers. Os aparelhos da Amazon tem a peculiaridade de abrir arquivos somente no formato próprio do kindle, ou seja, caso a pessoa queira abrir outros arquivos, terá de convertê-los para visualizá-los. 

                          

kobo, uma empresa canadense em parceria com a Livraria Cultura, tornaram realidade outro sonhado leitor digital. O aparelho Kobo, com seu ultra moderno e mais caro dispositivo, "aura HD", vem arrancando suspiros dos brasileiros. Produzido no Brasil, com uma interface em Português e super dinâmica, acaba sendo um grande atrativo na hora da leitura. 

                 

kobo e o kindle possuem uma iluminação única que possibilita o mesmo conforto de se ler na claridade, em um ambiente com baixa iluminação. Porém, o novo kindle mantém essa iluminação permanentemente, podendo ser ajustada. Já o Kobo, a luz pode ser desligada, evitando consumo desnecessário de energia. 

A maioria dos e-readers possuem em média um ou dois meses de bateria. O que depende da utilização do produto. 

         Já no celular eu utilizo o programa da kobo para epub´s onde eu posso ter as mesmas funções do leitor. Um outro programa que recomendo é o Aldiko. Todos esses que mencionei, eu uso no celular com sistema Android. Fiz o download gratuitamente pelo "Play", aplicativo google. 

                                


     Era isso pessoal, espero que tenham gostado do post, não esqueçam de comentar e se tiverem algum que queiram compartilhar alguma experiência... Sintam-se em casa. 


imagens; google.

Alana Arrieche